Nove estados brasileiros possuem mais famílias recebendo o Bolsa Família do que empregados com carteira assinada, todos estão localizados nas regiões Norte e Nordeste.
Os dados são de fevereiro de 2026 e foram revelados nesta sexta-feira (3) pelo Poder360, que cruzou informações do Ministério do Desenvolvimento Social e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Considerando informações de fevereiro deste ano, o Maranhão lidera o índice de dependência, registrando 460 mil famílias a mais no programa de transferência de renda do que postos de trabalho formais.
Os estados com maior excedente de beneficiários em relação aos empregos formais, são:
- Maranhão (MA): 460.043 beneficiários a mais;
- Pará (PA): 232.117 beneficiários a mais;
- Piauí (PI): 163.337 beneficiários a mais;
- Bahia (BA): 85.914 beneficiários a mais
- Paraíba (PB): 76.449 beneficiários a mais;
- Amazonas (AM): 21.554 beneficiários a mais;
- Alagoas (AL): 20.789 beneficiários a mais;
- Acre (AC): 8.798 beneficiários a mais;
- Amapá (AP): 8.773 beneficiários a mais.
No extremo oposto, São Paulo apresenta o maior superávit de emprego, com 12,5 milhões de trabalhadores com carteira assinada a mais do que beneficiários do auxílio.
A proporção de dependência do Bolsa Família na economia do trabalho está em 38,6 beneficiários para cada 100 pessoas com carteira assinada, em fevereiro de 2026.
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