O Brasil ficou na 107ª posição, entre 180 países, no ranking IPC (Índice de Percepção da Corrupção) de 2024, divulgado pela ONG Transparência Internacional.
É a pior nota e a pior colocação do país na série histórica do índice, iniciada em 2012, segundo a entidade.
A Transparência Internacional aponta destaques negativos como o “silêncio reiterado do presidente Lula sobre a pauta anticorrupção”; a manutenção de Juscelino Filho no cargo de ministro das Comunicações, mesmo após ele ter sido indiciado pela PF; e a volta da influência dos irmãos Wesley e Joesley Batista no governo após os escândalos de corrupção que envolveram suas empresas.
OPERAÇÃO LAVA JATO E PETROBRAS
A entidade também cita como retrocesso a renegociação dos acordos de leniência de empresas envolvidas na Lava Jato, a falta de transparência e de condições de controle social no Novo PAC e a crescente ingerência política na Petrobras.
SOBROU TAMBÉM PARA O CONGRESSO
Em relação ao Congresso, a entidade aponta a “institucionalização da corrupção em larga escala com a persistência, agigantamento e descontrole das emendas orçamentárias, em franca insubordinação às decisões do STF” e a PEC da Anistia aos partidos políticos.
SOBROU TAMBÉM PARA O STF E GILMAR MENDES
Sobre o Judiciário, a Transparência Internacional menciona “decisões do ministro [do STF Dias] Toffoli com impacto sistêmico e internacional de impunidade” e “inércia do STF em colocar a julgamento recursos da PGR contra tais decisões”.
SOBROU TAMBÉM PARA GILMAR MENDES
A ONG também cita “episódios reiterados de conflito de interesse de magistrados” em julgamentos envolvendo bancas de advogados de parentes, além dos diversos eventos de lobby do setor.
Em junho de 2024, o Gilmarpalooza ganhou destaque na mídia por reunir empresários com a cúpula do Congresso, STF e integrantes do governo federal em Lisboa.
Continue ao nosso lado. Veja mais notícias em: www.mspontocom.com.br
Instagram e X: @mspontocom
fonte: Poder 360



