Enquanto o PT intensifica a campanha por uma maior tributação dos ricos, a PGFN segue tentando manter cobranças fiscais contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula.
A informação é do jornal O Estado de S.Paulo.
Lulinha foi investigado pela Receita Federal por ter recebido cerca de R$132 milhões da operadora Oi, por meio da empresa Gamecorp, entre 2004 e 2016, durante os governos Lula e Dilma Rousseff.
Segundo a força-tarefa da Lava Jato, o empresário teria ocultado rendimentos e feito repasses a empresas sem comprovar prestação de serviços.
Anulação do processo penal, mas não da cobrança fiscal
Na área criminal, o STF considerou o ex-juiz Sergio Moro suspeito, e anulou os processos penais contra Lulinha por tramitarem na Justiça Federal de Curitiba, considerada incompetente para os casos.
Contudo, a Receita Federal manteve seis autos de infração contra ele, somando mais de R$10 milhões.
Suspensão judicial e defesa de Lulinha
Em março de 2024, o juiz Diego Câmara, da 17ª Vara do Distrito Federal, suspendeu temporariamente a cobrança fiscal, com base em decisões do STF que anularam os atos da Lava Jato.


