Agro acusa Lula de “Radicalismo Ideológico” em crise com EUA

Na data da primeira assembleia estabelecida pelo governo federal de lidar com a crise das tarifas americanas sobre produtos brasileiros, a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) emitiu um comunicado criticando fortemente a administração do presidente Lula.

Embora os representantes industriais tenham divulgado uma nota oficial mais pacificadora, a CNA reiterou sua resistência ao governo petista, destacando a “preocupação com o cenário atual” e indicando um suposto contraste entre a situação econômica do país e a agenda política nacional.

“O Brasil real tenta recuperar sua economia, atrair investimentos, abrir mercados e gerar empregos”, diz o comunicado da CNA, “enquanto a política nacional insiste em girar em torno de uma pauta estéril, paralisante, marcada por radicalismos ideológicos e antinacionais”. 

Embora o assunto seja de grande relevância, a entidade do agronegócio não esteve presente na reunião que ocorreu na terça-feira (15), com o vice-presidente Geraldo Alckmin e a equipe principal do governo Lula.

A nota da CNA também critica o que classifica como “posição ideológica do governo de Lula como norte das relações comerciais e internacionais”

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