Tem um motivo bizarro a recusa de Lula (PT) de cumprir seu dever, como chefe de governo, de telefonar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e tentar uma negociação de alto nível sobre o tarifaço: medo.
Após declarar “apoio” à então candidata Kamala Harris e de fazer pregação tola e solitária contra o dólar, o medo do petista é ouvir o que não gostaria, tomar uma invertida do líder republicano, em eventual conversa.
Orgulho é branco
O medo infantil do Lula foi confessado à agência Reuters, quando disse que “presidente da República não pode ficar se humilhando para outro”.
A intuição é azul
Lula diz que só ligaria para Trump se sua “intuição” (sic) mandar. Lorota. Conversas assim são negociadas, eliminam-se riscos.
A mentira é vermelha
Lula insistiu na mentira de que seu vice Geraldo Alckmin estaria “negociando”. Não há qualquer tipo de negociação em andamento.
Conversa fiada
Em sua constrangedora entrevista à Reuters, Lula recorreu à conversa fiada de que Haddad e Mauro Vieira estariam “tentando negociar”. Não há ainda qualquer interlocução do seu governo com o governo Trump
fonte: Coluna Claudio Humberto, Diário do Poder


