O povo brasileiro movimentou o 7 de Setembro de 2025.
Neste domingo, 7, multidões foram às ruas no Distrito Federal e nos 26 Estados do país, na série de atos intitulada “Reaja, Brasil”.
De forma pacífica, os manifestantes demonstraram que o medo acabou para tecer criticas ao STF, pedir anistia ampla, geral e irrestrita aos envolvidos no 8 de janeiro de 2023 e sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Protestos ocorreram em cerca de cem cidades brasileiras.
Em Copacabana o senador Flávio Bolsonaro falou diante de milhares de pessoas.
Para o parlamentar, tratou-se da última manifestação “antes da farsa armada” pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O congressista acredita que o ex-presidente será condenado.
Em Belo Horizonte, o principal discurso partiu do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Diante da possibilidade da condenação de Bolsonaro, o congressista dirigiu suas críticas em dois sentidos.
Em um, cobrou do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tirar da gaveta o pedido de impeachment de Moraes.
No outro, voltou a pedir que o presidente da Câmara, Hugo Motta libere para o plenário da Casa votar o projeto da anistia.
Com o mote “Reaja, Brasil”, manifestações também atraíram públicos em grande escala em municípios como Goiânia e Salvador.
A iniciativa teve vez até no exterior.
Povo lota a Avenida Paulista
O último ato do “Reaja Brasil” deste feriado de Dia da Independência ocorreu na Avenida Paulista.
Perante discursos de lideranças políticas e do pastor Silas Malafaia, organizador do evento, o povo reforçou ter perdido o medo de lutar por seus direitos, sobretudo o direito à liberdade de expressão.
“Fora, Moraes” e “anistia, já” foram as frases que ecoaram por cerca das duas horas da manifestação.
Ao fim, um grupo teve tempo para gritar “Lula, ladrão”.


