
O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF, defende o Banco Master em um processo enviado ao ministro Dias Toffoli que investiga o empresário Nelson Tanure por insider trading em operações da Gafisa.
Iniciado em 2023, o processo criminal investiga um possível uso de informações privilegiadas em movimentações no mercado por Tanure, que também foi alvo da 2ª fase da operação Compliance Zero.
O caso estava na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo e foi encaminhado para o gabinete do ministro Dias Toffoli.
Segundo o despacho, o Master está entre os interessados na ação e é representado por Viviane Barci e seus 2 filhos com Moraes: Alexandre Barci de Moraes e Giuliana Barci de Moraes.
Em 17 de novembro, o BC (Banco Central do Brasil) decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master.
Em paralelo, os sócios da empresa tornaram-se alvos de inquérito da Polícia Federal para apurar possíveis fraudes ao sistema financeiro.
Em 2 de dezembro, o ministro Dias Toffoli reconheceu a incompetência da Justiça Federal e assumiu a relatoria do inquérito, dado indícios de envolvimento de pessoas com foro privilegiado.
O gabinete do ministro tem concentrado todas as decisões envolvidas no caso.
Em 11 de dezembro, rumores indicaram um possível envolvimento da mulher de Moraes, a advogada Viviane Barci de Moraes, na venda do Master ao BRB.
A informação é que o escritório da advogada ganhou força em razão da sua contratação pelo banco.
Seus honorários seriam de R$ 3.646.529,77 por mês, por 36 meses.
O total somado é de R$ 131.275.071,72 ao final da prestação do serviço.
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