O senador Sergio Moro (PL), pré-candidato ao governo do Paraná, saiu da rejeição de Jorge Messias ao STF com um troféu nacional e um recado local: quem não embarcar na linha dura bolsonarista será tratado como aliado de Lula.
Moro estava na trincheira que ajudou a impor ao presidente Lula (PT) a derrota mais dura de sua relação com o Senado.
Moro comemorou a derrota do advogado-geral da União (AGU) como “vitória histórica” e escreveu que queria um STF “independente de Lula e do Poder Executivo”.
A frase serviu para Brasília, mas mirou também o Paraná.
Moro vendeu a queda de Messias como vitória da direita contra Lula.
O ex-juiz da Lava Jato preferiu transformar a votação em senha de alinhamento para 2026.
Em publicação nas redes, cobrou silêncio de concorrentes ao governo do Paraná e atacou quem não celebrou a derrota de Messias.
A frase mais pesada foi direta: o Paraná “não é lugar para bandidos, petistas ou frouxos”.



