Após Levy, BNDES pode abrir a caixa-preta sobre Cuba e Venezuela

A saída de Joaquim Levy da presidência do BNDES, depois de ter sua “cabeça colocada a prêmio” pelo presidente Jair Bolsonaro, abre espaço para uma reformulação no papel do banco pela equipe econômica, que já pensa em concentrar a gestão das privatizações na instituição.

O governo ainda quer que a troca no comando do banco reforce o discurso de “despetização” do BNDES.

O novo presidente terá que colocar em prática a promessa de campanha de Bolsonaro de abrir o que chama de “caixa-preta” do banco e investigar a responsabilidade pelos financiamentos concedidos, nos governos do PT, a empreiteiras para obras no exterior, em países como Cuba e Venezuela.

Um dos nomes mais cotados para assumir a vaga é do secretário de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar.

Dono da Localiza, Mattar foi chamado para tocar no governo o plano de privatizações – cuja meta é obter só neste ano US$ 20 bilhões .

Nas últimas semanas Mattar manteve conversas com Bolsonaro.

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