CNJ apura conduta de juiz que atacou Bolsonaro com termos chulos

O corregedor nacional de Justiça em exercício, ministro Emmanoel Pereira, determinou a abertura de pedido de providências para apurar suposta prática de conduta vedada a magistrados cometida pelo juiz do trabalho Jerônimo Azambuja Franco Neto (foto), da Vara do Trabalho do TRT  em São Paulo.

O magistrado usou termos chulos para criticar o governo do presidente Jair Bolsonaro, em sentença lavrada na semana passada. Ele referiu-se ao atual momento político do país como “merdocracia neoliberal neofascista”.

O órgão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tomou conhecimento pela imprensa sobre o uso inadequado da sentença judicial para tecer comentários acerca de agentes públicos e da atual situação política do país.

O advogado-geral da União, André Mendonça, havia anunciado que protocolaria uma representação contra o juiz no CNJ.

O linguajar utilizado na sentença – característico de um militante partidário, não de um juiz – foge da técnica jurídica e claramente viola o Código de Ética da Magistratura. A AGU representará perante o Conselho Nacional de Justiça”, prometeu Mendonça.

O juiz terá um prazo de 15 dias para apresentar informações a respeito dos fatos narrados na notícia.

fontes: (Com informações da Corregedoria Nacional de Justiça e Veja)

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