Como já era de se esperar, a “Justiça” começou a campanha de 2026 tentando inviabilizar mais um nome da Direita.
Método usado nas eleições de 2022 quando o STF através de várias manobras decretou Lula como presidente da República.
Chegou a vez de Flavio Bolsonaro.
O Ministério da Justiça encaminhou à Polícia Federal o pedido da deputada federal Dandara Tonantzin (PT-MG) para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por uma publicação em que ele associa o presidente Lula ao ditador venezuelano Nicolás Maduro.
Na postagem, Flávio também cita o Foro de São Paulo e uma série de crimes.
O ministério confirmou que o pedido de investigação foi protocolado na última quarta-feira e enviado à PF dois dias depois.
A remessa foi um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski à frente da pasta.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, disse Flávio no dia em que Maduro foi capturado por militares americanos.
A petista afirmou que o senador associou Lula aos crimes citados, o que, segundo ela, pode configurar crimes de calúnia, difamação e injúria.
A deputada destacou que as acusações de Flávio são “gravíssimas” e ultrapassam os limites da liberdade de expressão.
Lula classificou a ação militar dos Estados Unidos como uma “afronta gravíssima” à soberania da Venezuela.
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