Documentos do regime militar mostram vínculos do PT com grupos terrotistas

Os governos do PT sempre tiveram um estreitamento de relações diplomáticas com o regime dos aiatolás no Irã, acusado  de financiar a criação e a manutenção de grupos terroristas, como o Hamas, na Palestina, o Hezbollah, no Líbano, e os Houthis, no Iêmen.

A relação entre o PT e os aiatolás foi uma preocupação dos governos militares.

 Nos arquivos dessa época, há dezenas de documentos sobre o assunto.

Em 1980, por exemplo, o Centro de Informações da Marinha (Ceninar) produziu um extenso relatório sobre uma viagem de militantes ao Oriente Médio..

Para os militares, o líder do PT na Câmara, era uma das principais pontes do partido com o regime dos aiatolás.

“O ‘núcleo islâmico’ do PT por assim dizer, seria integrado, entre outros  por Airton Soares, Irma Passoni, Osmar Mendonça, Francisco Weffort e Jacob Bittar, diz o documento da Marinha.

SNI destacou relação do PT com o regime do Teerã

Um documento do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI) afirmou que o PT estaria interessado em trazer para o Brasil o “foquismo de massas” — táticas e técnicas que foram usadas por revoltosos iranianos para depor o governo .

O SNI apontava que o ex-deputado Jacob Bittar seria um dos incentivadores do foquismo de massas.

“Sabe-se que, tendo adotado esse tipo de luta durante a greve do ABC/SP, Jacob Bittar tentou resistir, propondo barricar as ruas e enfrentar a polícia paulista”.

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