Fogos de artifíco impulsionam STF a censurar redes sociais

Quando a “bomba” (fogos de artifíco) de Francisco Wanderley Luiz explodiu em frente ao STF na semana passada, a Corte já havia agendado para o próximo dia 27 o julgamento que pode resultar na regulação de redes sociais e plataformas de internet.

Após a piroctenia, o STF  passou a considerar ainda mais urgente impor limites à atuação das redes sociais no país.

Segundo ministros , as explosões enfatizaram a importância de regulamentar redes sociais, mas não mudam a tendência já delineada para o julgamento: colocar um freio na atuação das plataformas.

Com a justificativa de “assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”,  o julgamento está sendo tratado como o grande tema da atualidade.

A situação se agravou no primeiro semestre, quando o bilionário Elon Musk passou a usar o X, de sua propriedade, para ironizar o ministro do STF Alexandre de Moraes.

A disputa entre os dois resultou na retirada da rede social do ar.

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