Governo prepara transição mais curta para a Previdência

A proposta de reforma da Previdência em estudo pela equipe econômica de Jair Bolsonaro (PSL) estipula regra de transição de 10 a 12 anos, com unificação nesse intervalo dos modelos do INSS e dos servidores públicos.

Esse período é bem mais curto do que os 21 anos previstos na versão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

Por atingir a idade mínima mais rápido, essa reforma representaria maior economia de gastos ao governo.

Não há ainda um cálculo do impacto financeiro da proposta.

A ideia, com a imposição de idade para que o trabalhador possa requerer a aposentadoria, é inibir as aposentadorias precoces, que oneram os cofres públicos.

Na transição, a faixa subiria até 65 anos (homens) e 62 ou 63 (mulheres).

Hoje, servidores podem se aposentar aos 60 (homens) e 55 (mulheres).

No INSS, há a aposentadoria por idade — 65 (homens) e 60 (mulheres), com pelo menos 15 anos de aporte — e a por tempo de contribuição, que permite obter o benefício mais cedo.

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