Um levantamento da consultoria Ativaweb revelou que o presidente Lula da Silva enfrenta significativa perda de apoio em suas redes sociais, com impacto direto nas plataformas Instagram e Facebook.
Entre dezembro do ano passado e junho deste ano, aproximadamente 1 milhão de seguidores deixaram de acompanhar as contas oficiais do presidente, segundo o estudo.
O cenário foi agravado por crises que envolvem descontos irregulares do INSS e o anúncio de elevação do IOF, além de episódios marcados por falas da primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja.
A crise do INSS, exposta depois da operação da Polícia Federal que revelou fraudes, provocou, em abril, a maior redução do semestre, com 240 mil seguidores a menos.
Na ocasião, o assunto gerou 2,88 milhões de menções em apenas 24 horas, sendo que 79% tinham teor negativo.
Expressões como “roubo”, “despreparo” e “governo omisso” dominaram as postagens monitoradas, conforme divulgado pelo portal PlatôBR.
HADDAD E O IOF – AUMENTO DE IMPOSTOS
O anúncio do aumento do IOF também impulsionou menções negativas ao presidente.
Elas chegaram ao maior porcentual do ano: 89% das referências ao caso foram críticas, tanto a Lula quanto ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
O papel das declarações de Janja
Além das questões econômicas, algumas declarações de Janja também geraram repercussão negativa.
No mês passado, a primeira-dama criticou o TikTok durante jantar com o presidente chinês, Xi Jinping.
O fato resultou em 73% de rejeição em publicações analisadas pela Ativaweb.
Outro momento de destaque ocorreu quando Janja defendeu a regulação das redes sociais seguindo modelo chinês.
Nesse dia, a Palver identificou 154 citações ao nome dela a cada 100 mil mensagens, com 35% negativas, 51,4% neutras e 13,6% positivas.
O maior pico ocorreu em novembro do ano passado, durante o G20 Social, quando Janja criticou o empresário Elon Musk, dono do X, atingindo mil menções a cada 100 mil publicações.
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foto: Diário do Poder



