“Lava Jato não vencerá corrupção sozinha’, diz economista em livro

“É preciso tornar o risco para os corruptos maior a fim de que a corrupção se torne menor no País”.

Modificações institucionais são para a economista Maria Cristina Pinotti necessárias para completar o trabalho da Lava Jato.

Combater a corrupção, não é só um imperativo ético. Ele é necessário para garantir o desenvolvimento do País e produzir uma sociedade mais justa.

Sem isso, o futuro será a estagnação econômica, como a Itália, que não aproveitou a Operação Mãos Limpas para mudar.

Essa é a tese central da economista em Corrupção, instituições e estagnação econômica: Brasil e Itália, parte do livro Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas, organizado por Maria Cristina, que contém artigos dos magistrados italianos da Mãos Limpas Gherardo Colombo e Piercamilo Davigo, dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon e do ministro da Justiça, Sérgio Moro. 

 

SERVIÇO

CORRUPÇÃO: LAVA JATO E MÃOS LIMPAS

Editora: Portfólio-Penguin e CDPP

256 págs.

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