A Coca-Cola publicou nota em que justifica a presença do ministro Alexandre de Moraes, do STF punido pela Lei Magnitsky, em um congresso patrocinado pela marca.
A empresa disse que “não tem qualquer participação na definição da programação ou na escolha dos palestrantes”.
“No momento da confirmação do patrocínio institucional na edição do Congresso, a empresa não foi informada sobre a lista de palestrantes. A empresa ou seus representantes não participaram do Congresso”
A presença do ministro fez com que um representante do alto escalão do Departamento de Estado norte-americano ligasse para um executivo da Coca-Cola no país.
O oficial do governo de Donald Trump teria reprovado explicitamente o patrocínio da empresa ao 26º Congresso Nacional do Ministério Público.
O principal incômodo do governo norte-americano seria o patrocínio de uma empresa sediada nos Estados Unidos a um evento com presença de um sancionado pela Lei Magnitsky.
Moraes foi um dos oradores de destaque.
O congresso se deu entre 11 e 14 de novembro, em Brasília, e reuniu diversos integrantes do Ministério Público brasileiro.
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