
A Polícia Federal sob o governo de Lula da Silva, deixou de ser uma polícia de Estado para ser uma polícia de Governo.
A instituição promoveu mudanças internas na condução das investigações sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o que resultou na saída do delegado que vinha coordenando o caso.
O investigador havia ganhado notoriedade por atuar em medidas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Em nota, a PF informou que os inquéritos deixaram a Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e passaram a tramitar sob responsabilidade da Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.
Segundo a corporação, a alteração busca “ampliar a estrutura disponível” e reforçar os recursos empregados nas apurações.
Antes da mudança, o caso era conduzido pelo chefe da divisão especializada em crimes previdenciários.
O delegado esteve à frente de pedidos de prisão de investigados apontados como integrantes do suposto esquema de fraudes em aposentadorias, entre eles o empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, além de outros alvos ligados ao caso.
STF COBRA EXPLICAÇÕES
A troca na condução do inquérito levou o ministro André Mendonça a se reunir nesta sexta-feira (15) com integrantes da Polícia Federal para solicitar esclarecimentos sobre a alteração.
O delegado removido da investigação continuará atuando na divisão previdenciária, mas deixará de coordenar os procedimentos relacionados ao INSS, que passarão a ser conduzidos por outro investigador sem participação anterior direta no caso.



