Planalto quer uma conclusão plausível sobre investigação do atentado

O porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira, 8, que não se pode admitir que não haja uma solução plausível para o atentado que o presidente Jair Bolsonaro sofreu durante a campanha eleitoral.

Peritos indicados pela Justiça Federal atestaram, em laudo, que Adélio Bispo de Oliveira, que tentou matar o presidente em setembro do ano passado, sofre de doença mental.

“Não poderíamos admitir que um candidato à Presidência seja esfaqueado em meio à multidão e nós não tenhamos efetivamente uma solução que seja plausível. Não estou dizendo que não seja plausível algum aspecto de insanidade mental, mas é preciso aprofundar isso”, disse Rêgo Barros.

Apesar disso, o porta-voz afirmou que o presidente confia na Justiça e no trabalho desenvolvido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em relação às investigações.

 

Fontes: Mariana Haubert e Julia Lindner, O Estado de S.Paulo

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