Prefeitura anuncia início das obras do projeto VIVA CAMPO GRANDE II

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, participou nesta quinta-feira (12), em Brasília, de uma reunião técnica do projeto Viva Campo Grande II, de revitalização da Rua Quatorze de Julho e Centro de Campo Grande.

O projeto

A base da concepção urbanística do projeto é transformar a 14 de Julho (da Afonso Pena a Cândido Mariano),, em um shopping a céu aberto.

O Calçadão terá áreas de convivência  implantadas em baias; arborização; bicicletários e conexão wi-fi com internet.

A calçada será ampliada para em alguns pontos ter 6,5 metros de largura (hoje tem 3 metros).

Com o estacionamento proibido neste trecho, ao invés de três, serão duas faixas para o tráfego de veículo .

No meio das quadras, haverá travessias elevadas para dar maior segurança aos pedestres.

Com os bicicletários, a intenção  é oferecer um estacionamento seguro para os ciclistas que circulam pela ciclovia da Afonso Pena ou da Orla Morena deixarem suas bicicletas antes de passear ou fazer compras no centro.

Nos dois outros dois trechos da 14 de Julho,  onde haverá intervenções, (entre as avenidas Fernando Corrêa da Costa e  Avenida Afonso Pena) ; da Cândido Mariano até a Avenida Mato Grosso, o recapeamento será feito com pavimento tradicional (a base de CBUQ). Será mantido o estacionamento nas laterais, dentro de baias, mas as calçadas ganharão mais espaço porque só haverá duas pistas para o tráfego de veículo.

Investimentos

O investimento previsto é de R$ 54, 8 milhões, cerca de US$ 14,5 milhões, parcela do empréstimo de US$ 56 milhões contratados junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para viabilizar o Reviva Centro).

Ao longo do trecho de 1,4 quilômetro, onde haverá intervenções, entre as avenidas Fernando Correa da Costa e Mato Grosso, será refeita a rede de drenagem (ao custo de R$ 4,6 milhões);  recapeamento do pavimento (R$ 2,3milhões); redes de  água (R$ 895 mil) e esgoto (R$ 1,5 milhão); novas calçadas, com padronização, acessibilidade (R$ 2,4 milhões); sinalização (R$ 1,8 milhão); paisagismo (R$ 1,4 milhão); iluminação pública (R$ 2,4 milhões); mobiliário urbano (R$ 1,7 milhão), incluindo bicicletários, bancos, lixeiras, defensas,vasos e murais.

 

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