Protagonista do impeachment de Dilma, MBL quer virar partido

O Movimento Brasil Livre (MBL), que protagonizou as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, se notabilizou criticando a política institucional, notadamente o PT, e a corrupção.

Depois de estrear nas urnas em 2016, o MBL agora estuda virar um partido.

Além do interesse em se tornarem agentes políticos, nos moldes tradicionais, seus membros reclamam das dificuldades de ocupar espaços nas legendas que já existem.

Na Assembleia de São Paulo e na Câmara Federal, pleiteiam ainda as presidências das Casas.

No Congresso Nacional, a “bancada MBL” elegeu cinco deputados federais e dois senadores.

Neste mês, o grupo fez uma jogada definitiva para mudar os rumos do movimento e protocolou uma consulta no Tribunal Superior Eleitoral  para saber se assinaturas eletrônicas poderiam ser aceitas para a formação de um partido.

A estratégia leva em conta o fato de que o partido tem presença expressiva nas redes sociais.

Entre haters e seguidores, a página do MBL no Facebook teve 100,9 milhões de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) nos últimos 12 meses.

O primeiro passo, dizem os líderes, é a resposta do tribunal.

Calculam então se terão nomes suficientes para compor uma bancada e se viabilizar como sigla.

A bancada MBL tem membros do PSC, PROS, Novo e DEM

 fonte: Marianna Holanda, COLABOROU ALESSANDRA MONNERAT, O Estado

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