Extrema-esquerda promove caos às vésperas das eleições
A greve dos ferroviários da CPTM em São Paulo ocorrida nesta semana, gerou forte embate político.
O governador Tarcísio de Freitas classificou o movimento como “instrumentalização política” de extrema-esquerda e “baderna”, enquanto sindicatos e partidos de oposição criticaram as privatizações e o modelo de concessões do estado.
Os ferroviários protestaram contra a concessão de linhas à iniciativa privada e exigiram garantia formal de estabilidade no emprego.
O governador afirmou que a paralisação não tinha justificativa técnica, visto que a manutenção dos empregos já estava assegurada pela gestão estadual.
Tarcísio declarou que o programa de desestatização e concessões não vai parar e acusou lideranças sindicais de usarem o transporte da população como pressão eleitoral.
“A aposta na baderna e na paralisia dos serviços não vai intimidar o governo. Uma concessão é feita para melhorar os serviços, eliminar problemas de via permanente, trazer trens novos, garantir estações mais acessíveis, eliminar falhas e dar mais confiança ao sistema”, afirmou.

