O socorro aos tribunais e o embate com a Meta
Na falta de um argumento sólido para explicar a perda de terreno na reta final, a campanha de Lula encontrou o grande vilão para justificativas eleitorais: a inteligência artificial da Meta.
A coligação petista correu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acionando a empresa de Mark Zuckerberg e desenhando o caminho para levar a disputa também ao STF, acusando o algoritmo de favorecer Flávio Bolsonaro.
A narrativa alega que a tecnologia da Meta estaria gerando o número 22 até em comandos neutros, além de supostas traduções automáticas que transformariam críticas em elogios ao rival.
É a tentativa de criar um álibi judicial: se o eleitor votar contra o governo, a culpa não é do desgaste político, da economia ou do descontentamento popular, mas sim do robô.
A reação do PT escancara a estratégia de recorrer preventivamente às cortes para tentar contornar o cenário desfavorável nas redes.
Mirar decisões no TSE e preparar o terreno no STF contra a Meta, exigindo multas milionárias, virou a saída conveniente de quem sente a rejeição crescer.
Recorrer ao judiciário contra robôs e big techs para tentar barrar a engrenagem digital é a justificativa pronta da coligação diante do desgaste eleitoral.
Quem quiser ver os detalhes do pedido enviado aos tribunais contra a empresa pode conferir a matéria completa diretamente neste link aqui.
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