Atuações de Renan, Aziz e Randolfe não se caracterizam como a CPI do Ódio?

Dos onze membros da comissão, apenas quatro são governistas.

Com essa exposição ostensiva, a oposição fez da CPI um verdadeiro palanque político.

Decidem quem serão os depoentes e a forma como serão arguidos.

Ainda que queiram demonstrar imparcialidade, a maneira como tratam os convocados deixa claro suas intenções.

Todos aqueles que de alguma maneira estavam aliados à oposição foram tratados com muita cortesia e amabilidades.

Nesses casos, todos puderam dar as respostas sem interrupções.

Ao contrário, quem é visto como favorável ao governo sofreu uma espécie de interrogatório, como, por exemplo, a secretária do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro e a Dra. Nise Yamaguchi.

Esses convocados não tiveram vida fácil, pois assim que iniciavam as respostas eram interrompidos pelo presidente ou pelo relator. Em certas ocasiões até com agressividade.

Renan nervoso.

Após o senador Flavio Bolsonaro (Republicanos-RJ) ter chamado o relator, Renan Calheiros  (MDB-AL), de “vagabundo”, gerando um bate-boca na comissão.

Omar Aziz nervoso

Omar Aziz tem chamado a atenção pelas inúmeras “patadas” e tiradas sarcásticas durante sessões da comissão

“Até minha filha de 12 anos falaria sim ou não”, ironizou Aziz, diante da falta de resposta de Queiroga quando questionado sobre o uso da cloroquina.

Da série Pegunta do Internauta, todos os dias no www.mspontocom.com.br

fonte: Reinaldo Polito

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