Veja como o STF definiu seu candidato para eleições presidenciais de 2022

O Supremo Tribunal Federal prega a harmonia entre os poderes, mas tenta interferir no Executivo.

O STF quer “harmonizar” as eleições presidenciais de 2022, excluindo um candidato que obteve mais de 57 milhões de votos em 2018, e outro que poderia representar a chamada terceira via e incluiu um ex-presidiário nas teclas das urnas eletrônicas.

Acompanhe a cronologia abaixo, acompanhando as manchetes da mídia:

2009

Primeira decisão no STF sobre prisão em segunda instância foi em 2009

12 de julho de 2017

Moro condena Lula a 9 anos e meio de prisão por caso do tríplex no Guarujá

 7 de abril 2018

Lula se entrega à PF e é preso para cumprir pena por corrupção e lavagem de dinheiro

24 de janeiro 2018

TRF4 confirma condenação do ex-presidente Lula

 23 de abril de 2019

Em decisão unânime, 5ª Turma do STJ mantém condenação de Lula e reduz pena para 8 anos e 10 meses

 7 novembro 2019

O STF derruba o entendimento de prisão em segunda instancia.  O entendimento vencedor, em defesa do trânsito em julgado, foi defendido por Marco Aurélio Mello (relator do caso), Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli, que deu o voto final e de minerva, revogando os pareceres vigentes desde 2009.

 15 abril 2021

O STF declara a incompetência do juízo de Curitiba em julgar processos contra Lula.

A Lava Jato iniciou seus trabalhos em maio de 2014. Sete anos depois o Supremo é “surpreendido” com o fórum de Curitiba.

O voto do relator Edson Fachin para declarar a incompetência do juízo de Curitiba foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

 23 de junho 2021

O STF decide que o juiz Sérgio Moro é suspeito em julgar Lula. Baseado em gravações ilegais obtidas através do Telegram. O STF assim, por tabela, julga que toda Justiça brasileira é suspeita, pois Lula foi condenado em mais duas outras instâncias.

O voto de Gilmar Mendes pela suspeição de Moro ganhou apoio dos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.

4 de setembro de 2021  (CEREJA DO BOLO)

Ministros do TSE avaliam hipótese de Bolsonaro ficar inelegível

Compartilhe: