O Senado aprovou nesta terça-feira (30), em votação simbólica, o Projeto de Lei que combate à desigualdade salarial entre homens e mulheres.
O texto agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) impondo ao empregador multa em favor da empregada correspondente a cinco vezes a diferença verificada em todo o período da contratação.
As senadoras ressaltaram em seus discursos como a discrepância salarial entre homens e mulheres é uma discriminação vergonhosa.
“Homens e mulheres, nas mesmas funções no mercado de trabalho, com a mesma produtividade, chegam a ganhar até com 25% de diferença salarial. A mulher recebe até 25% a menos que o homem. O nome disso não é outra coisa a não ser discriminação vergonhosa, imoral e inconstitucional! Não tem sentido homens e mulheres receberem diferentes salários, afirmou a líder da bancada feminina, Simone Tebet (MDB-MS).


