
Uma ala do agronegócio vai propor ao ex-presidente Jair Bolsonaro que lance a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como candidata à disputa ao Palácio do Planalto, em 2026, caso o TSE o declare inelegível.
Sob o argumento de que é preciso ter alguém ligado ao setor no páreo, ruralistas de Estados como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Paraná rejeitam articulações em torno de outros candidatos.
As conversas têm ocorrido em aproximadamente 150 grupos de WhatsApp, com nomes de cidades – como Ribeirão, Prudente e Barretos –, e também em transmissões ao vivo na internet.
A avaliação dessa rede é a de que o agronegócio não consegue ajudar a estruturar uma campanha presidencial em menos de três anos.
Além disso, participantes das conversas – que atuam de forma paralela à Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e à Confederação Nacional da Agricultura (CNA), os dois principais braços políticos do agro – veem a indicação antecipada de um concorrente como forma de evitar a fragmentação do setor.
O nome de Tereza Cristina começou a ganhar força nos grupos do Sul do País, de Mato Grosso do Sul – reduto da ex-ministra – e de Mato Grosso.
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