O governo dos Estados Unidos enviou, nesta terça-feira (4), uma carta ao governo do Rio de Janeiro expressando solidariedade pela morte de quatro policiais durante a Operação Contenção, realizada nos complexos da Penha e do Alemão.
O documento, assinado por James Sparks, representante do Departamento de Justiça norte-americano, também oferece “apoio para qualquer necessidade” no combate ao tráfico de drogas.
No texto, a gestão do presidente Donald Trump lamenta as mortes e exalta o trabalho das forças de segurança do Rio.
“Sabemos que a missão de proteger a sociedade exige coragem, dedicação e sacrifício, e reconhecemos o valor e a honra desses profissionais que deram suas vidas em defesa da segurança pública. Neste momento de luto, reiteramos nosso respeito e admiração pelo trabalho incansável das forças de segurança do estado e nos colocamos à disposição para qualquer apoio que se faça necessário”, diz o trecho.
Castro procurou os EUA
A manifestação ocorre em meio à articulação do governador do RJ, Claudio Castro, para que os Estados Unidos classifiquem o Comando Vermelho como organização narcoterrorista.
Segundo o relatório, a designação abriria caminho para extradições de líderes do CV refugiados em países vizinhos, reforçaria parcerias com agências como DEA, FBI e Interpol e permitiria o bloqueio de empresas de fachada ligadas ao grupo.
LULA NA CONTRAMÃO
O presidente Lula negou a aplicação da GLO (Garantia da Lei da Ordem) no Rio de Janeiro mas a aplicou no Pará, para sua segurança e da COP 30.
Também considerou, ao contrário da esmagadora maioria da população brasileira, que o operação no Rio contra traficantes foi uma matança.
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As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles.


