O senador Sergio Moro ganhou espaço na disputa pelo Palácio Iguaçu porque o governador Ratinho Júnior, liberou Alexandre Curi, Guto Silva e Rafael Greca para se movimentarem até fevereiro.
A decisão de liberar o trio não trouxe paz. Apenas deixou claro que o governador não conseguiu fechar consenso dentro de casa.
O PSD funciona hoje como três campanhas informais que disputam o mesmo terreno.
Prefeitos do interior reclamam que não sabem para onde apontar.
O governo virou um embaralhamento de conversas. Todo mundo se mexendo. Ninguém comandando.
Nesse ambiente, Sergio Moro cresce.
Com Bolsonaro fora do jogo nacional e sem liderança clara no campo conservador, Moro tenta ocupar o espaço deixado pela indecisão do PSD.
Ele conversa com empresários, prefeitos e setores da direita que não querem se meter na briga interna do governo.
Na última quinta-feira (13), a Paraná Pesquisas revelou que o ex-juiz da Lava Jato lidera a corrida pelo Palácio Iguaçu.
A fragmentação prolongada dá a Moro uma vantagem que ele não teria se o governo estivesse unido.
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fonte: Blog do Esmael


