O governo federal já pagou a bagatela de R$ 350 milhões à Oreganização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) para a organização da COP30, em Belém (PA), segundo a Controladoria-Geral da União.
Esse valor corresponde a 66% do total de R$ 530 milhões previstos em contratos que abrangem desde a estruturação até a cobertura do evento.
O fracasso do evento levou a população brasileira apelidar o evento de FLOP 30.
Nos contratos firmados, não há previsão de penalidades em caso de falhas, embora problemas como incêndio, alagamentos e calor intenso tenham sido registrados na conferência.
A OEI, por ser entidade internacional de direito público, está isenta de seguir a Lei de Licitações brasileira.
Antes da COP30, governo Lula e OEI fecharam outros contratos
Desde o início do atual governo federal, os acordos de cooperação entre a OEI e o Brasil já somam ao menos R$ 710 milhões, crescimento de 800% em relação ao governo Bolsonaro, conforme apuração do jornal O Estado de S. Paulo.
Em 2023, a administração federal articulou a indicação da primeira-dama Janja para coordenar uma rede de inclusão da OEI.
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