Em meio ao impasse do senador Sergio Moro (União-PR) com a federação de União Brasil e PP, que ainda não lhe deu garantias de apoiar sua candidatura ao governo do Paraná, partidos tentam atrair o ex-juiz da Lava-Jato.
O PRTB, que lançou o ex-coach Pablo Marçal à prefeitura de São Paulo no ano passado, e o Missão, partido recém-criado por lideranças do movimento ativista MBL, avaliam apoiar a candidatura.
Por ora, no entanto, as conversas esbarram na falta de acesso dessas siglas ao fundo partidário e ao tempo de propaganda eleitoral na TV, itens que Moro considera importantes para a campanha de 2026, segundo interlocutores.
No Missão, Moro teria prioridade, caso o senador tope concorrer sem a mesma estrutura do União Brasil.
O partido do MBL também poderia abrigar a candidatura ao Senado da jornalista Cristina Graeml, filiada por Moro ao União para disputar o cargo.
Moro se vê hoje com poucas opções para concorrer ao governo, caso o União Brasil não abrace sua candidatura.
O PP fechou questão, nesta semana, para vetar a candidatura do ex-juiz — o que impede, na prática, que ele saia candidato pelo União, caso seja formalizada a federação entre os dois partidos.
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