Os advogados de defesa de Jair Bolsonaro (PL) reagiram alaudo da Polícia Federal encaminhado ao STF nesta sexta-feira.
Os peritos da corporação concluíram, a partir de exames e conversas com Bolsonaro, que ele está bem assistido na Papudinha.
A defesa, no entanto, entende que o laudo “não conclui, de forma expressa, pela possibilidade de manutenção de Bolsonaro no atual local de custódia.
O laudo se limita a registrar a inexistência de indicação de internação hospitalar imediata, consignando, contudo, que o quadro clínico descrito exige a observância rigorosa de medidas médicas e assistenciais específicas, ressalta a defesa.
Ainda na declaração, os defensores de Bolsonaro ressaltam que o próprio laudo dos peritos da PF reconhece que a eventual ausência de medidas médicas e de amparo ao preso pode resultar em “descompensação clínica súbita, com risco concreto de morte, bem como aponta risco de novas quedas, em razão das condições funcionais avaliadas”.
A defesa ressalta, ainda, que a avaliação técnica não está encerrada.
Risco pontencial
Embora o local de custódia atual atenda às necessidades atuais de Bolsonaro, o laudo da PF aponta que o ex-presidente apresenta sinais e sintomas neurológicos que aumentam o risco potencial de novos episódios de queda, necessitando de investigação diagnóstica.
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