Um “santuário na Lua”: Esse é o nome do projeto que quer enviar parte da história coletiva da humanidade para o nosso satélite natural por meio de uma cápsula. |
| A ação tem o apoio da Unesco e é patrocinada pelo governo da França.
O material deve alunissar — sim, esse é o verbo correto — em 2027, durante uma missão da Nasa. |
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| O conteúdo é organizado em três temas — quem somos, o que sabemos e o que fazemos.
Além disso, o projeto também arquiva genomas humanos masculinos e femininos. |
Tá, mas por que tudo isso?
A motivação é que guerras, mudanças climáticas, desastres naturais ou até conflitos nucleares poderiam destruir uma parte importante da nossa memória coletiva. |
| Ou seja, ao enviar um grande acervo para a Lua, os pesquisadores acreditam que ele ficaria protegido de praticamente qualquer catástrofe terrestre. |
Tudo a mais de 380 mil quilômetros…
Ao contrário da Terra, a Lua não está sujeita à erosão atmosférica, à atividade tectônica ou a fenômenos climáticos. |
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Não é tão novidade assim:
A inspiração do “Santuário na Lua” veio dos “Golden Records” — enviados ao espaço em 1977 nas sondas Voyager e idealizados por Carl Sagan. Continue em nossa companhia em: www.mspontocom.com.br fonte: Espresso |

Um “santuário na Lua”: Esse é o nome do projeto que quer
Aprofundando:
Tá, mas por que tudo isso?
Tudo a mais de 380 mil quilômetros…
Não é tão novidade assim:


