O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminha-se para encerrar o terceiro mandato como a gestão que mais elevou impostos no Brasil desde a redemocratização.
Em dois anos, o Planalto adotou medidas que resultaram em aumento de tributos ao menos 27 vezes, incluindo altas de alíquotas de importação, mais taxas sobre petróleo, elevação de PIS/Cofins e IOF, além da revogação de benefícios fiscais que ampliaram a cobrança sobre setores inteiros da economia.
O número chegou a 28 com os ajustes tributários adicionais implementados ao longo de 2025.
A arrecadação de impostos do governo federal totalizou R$ 2,65 trilhões em 2024, recorde para um ano na série histórica, iniciada em 1995, segundo a Receita Federal.
Em 2024, a soma de tributos arrecadados pela União, Estados e municípios chegou a 34,2% do PIB, o maior patamar da série histórica.
O volume de tributos não sustentou as despesas.
Os gastos do governo federal atingiram 32,2% do PIB em 2024, equivalendo a R$ 3,78 trilhões em valores nominais.
Ao longo de três anos, o governo torrou R$ 324 bilhões fora da meta fiscal.
O compromisso com déficit zero, fixado como objetivo pela equipe econômica chefiada pelo ministro Fernando Haddad, não foi cumprido em nenhum dos exercícios.
Em 2023 e 2024, o gasto primário federal cresceu a uma taxa acumulada de 12% em termos reais, sem os ajustes estruturais necessários para conter o déficit.
A disparada da farra se somou à aceleração do endividamento público.
A dívida bruta do governo geral alcançou 77,5% do PIB, aumento de 5,8 pontos percentuais desde o início do governo Lula, equivalendo a R$ 9,6 trilhões.
Entre os instrumentos utilizados para ampliar a arrecadação, está o IOF.
De janeiro a novembro de 2025, o governo arrecadou R$ 77,55 bilhões com o Imposto sobre Operações Financeiras, alta real de 19,9% na comparação com o mesmo período de 2024, o maior valor para o período na série histórica.
fonte: Conexão Política
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