Gilmar Mendes ainda não se conforma com o sucesso da Operação Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção do Brasil
Agora, o ministro inconformado acompanhou com ressalvas o ministro André Mendonça na decisão para manter a prisão preventiva do fundador do Master, Daniel Vorcaro.
Em seu voto, Mendes criticou um pré-julgamento contra o ex-banqueiro depois do vazamento das mensagens do seu celular, e citou “reminiscências lava-jatistas”.
Segundo Gilmar, esse cenário foi exposto pela chamada “Vaza Jato”, que teria revelado o “desvio de conduta de juízes e procuradores”.
Posteriormente, decisões do STF levaram à anulação de processos e investigações ligados à Lava Jato.
No voto para manter a prisão de Daniel Vorcaro, o ministro comparou alguns conceitos utilizados pelo relator André Mendonça aos empregados pela “força-tarefa” da Operação Lava Jato.
“Porões da 13ª Vara de Curitiba”
Gilmar afirmou que suas ponderações se tornam ainda mais necessárias no momento em que, segundo ele, vazamentos seletivos voltam a ser explorados por “determinados setores da mídia”, que “cerram fileiras” para “ressuscitar entulhos autoritários dos porões da 13ª Vara de Curitiba”.
Na ocasião, a vara era comandada pelo então juiz Sergio Moro.
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