O pré-candidato à Presidência da República em 2026 Mário Oliveira Filho apresentou um plano de governo que propõe classificar a corrupção como crime hediondo, com penas que podem chegar a 30 anos de prisão, além de recompensa de até 10% do valor recuperado para denunciantes de esquemas comprovados.
O plano também inclui um conjunto de mecanismos de controle sobre agentes públicos, como a gravação obrigatória de reuniões realizadas em prédios públicos, o monitoramento patrimonial de autoridades durante o exercício do cargo e por até cinco anos após a saída, e a responsabilização de quem indicar envolvidos em irregularidades.
O plano parte do diagnóstico de que a corrupção no Brasil é estrutural e está associada a privilégios, baixa eficiência do Estado e falta de transparência, com impacto direto sobre serviços públicos e a capacidade de investimento do país.
As medidas fazem parte do documento “Diretrizes para a Reengenharia Institucional, Política, Econômica e Social do Brasil”, que reúne propostas para reorganizar o Estado e enfrentar problemas estruturais como corrupção, criminalidade, carga tributária elevada, gastos públicos excessivos, burocracia e insegurança jurídica.
O plano de governo de Mário Oliveira Filho propõe uma reengenharia institucional com o objetivo de modernizar e moralizar o país.
Engenheiro e advogado, Mário Oliveira Filho é especialista em ativos globais estratégicos de infraestrutura e energia e comandou a Degremont, empresa do grupo francês SUEZ, multinacional de infraestrutura e saneamento, atuando em projetos de grande porte, como portos e plataformas de petróleo, na Europa, África e América Latina.
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