
O ministro Luiz Fux, do STF, ficou responsável por relatar uma ação que contesta a votação do Senado que barrou a indicação de Jorge Messias à Corte. O processo foi movido pela Associação Civitas para Cidadania e Cultura.
O que a entidade alega
Segundo a Associação Civitas, o procedimento adotado durante a sessão plenária do Senado foi comprometido.
A entidade sustenta que, momentos antes de o resultado da votação ser divulgado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre teria sussurrado ao líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), que acreditava na derrota de Messias.
Para a associação o processo ficou maculado pela antecipação do resultado.
Essa seria a base para pedir a nulidade da sessão.
Além da anulação da sessão plenária que rejeitou o nome de Jorge Messias, a entidade solicita que o STF determine ao plenário do Senado a realização de uma nova análise da indicação.



