A premiação do filme Ainda Estou Aqui no Oscar 2025 reacendeu o debate sobre os presos do 8 de janeiro.
O longa-metragem, que tem como pano de fundo as perseguições políticas durante o regime militar, foi celebrada como um símbolo da luta pela democracia.
Contudo, nas redes sociais, internautas chamaram atenção para as perseguições que ocorrem atualmente no país.
Há a exposição do nome de diversas mulheres que foram presas e condenadas sob a justificativa de ameaça à democracia.
Entre as mencionadas estão Vildete Ferreira, Iraci Nagoshi, Maria do Carmo, Adalgiza Dourado, Edneia dos Santos, Jaqueline Gimenez, Camila Mendonça, Ana Elza Pereira, Débora Rodrigues e tantas outras.
Cada uma delas carrega uma sentença que varia de 12 a 17 anos de prisão.
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