O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), (foto) afirmou que não abre mão de enquadrar organizações criminosas como terroristas no texto do projeto de lei conhecido como PL Antifacção.
O deputado disse que o partido se manterá firme para a aprovação de outro texto, proposto pelo deputado Danilo Forte (União Brasil-CE).
Sóstenes justificou a insistência em tratar o crime organizado como terrorismo por entender que há necessidade de auxílio internacional para lidar com a questão.
“Apenas as polícias estaduais e federais não conseguem cuidar da segurança pública”, disse.
Na noite desta 3ª feira, o relator Derrite recuou nos 2 pontos tratados como “inegociáveis” pelos governistas: a manutenção da Polícia Federal nas investigações e a exclusão da classificação de organizações criminosas como terroristas.
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