
A oposição ao presidente Lula criticou o desfile da Acadêmicos de Niterói homenageando o petista.
O Partido Novo anunciou que acionará a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula na disputa presidencial, também criticou o petista e disse que ele usa dinheiro público “para fazer campanha antecipada pra ele mesmo”.
“Lula esfola o povo com aumento de impostos e usa esse mesmo dinheiro arrecadado para fazer campanha antecipada pra ele mesmo Sim, o dinheiro do suor do povo trabalhador brasileiro, que deveria ser devolvido à sociedade em forma de serviços públicos de qualidade, está sendo torrado num desfile de carnaval na cara de todos os brasileiros”, declarou no X o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio disse ser “um crime o que está acontecendo hoje no carnaval do Rio”.
Reclamou do fato de seu pai ter sido condenado no TSE por uma reunião com embaixadores.
“Jair Bolsonaro foi tornado inelegível, na mão grande, por uma reunião com embaixadores e por discursar num carro de som que não custou um centavo de dinheiro público. Isso não ficará impune! declarou o senador.
O Partido Novo e seu presidente confirmaram que vão pedir a condenação de Lula na Justiça Eleitoral.
“O desfile é uma peça de propaganda do regime Lula. Financiada com o seu dinheiro. Vamos à Justiça Eleitoral buscar a inelegibilidade”, afirmou o Novo em sua conta no X.
O senador e ex-juiz Sérgio Moro (União Brasil-PR) também comentou o desfile.
Fez alusões à operação Lava Jato para ironizar o presidente Lula e disse que o desfile “foi um deprimente espetáculo de abuso do poder”.
“Faltou o carro da Odebrecht e do Sítio de Atibaia no desfile do Lula. Foi um deprimente espetáculo de abuso do poder, com enaltecimento de Lula, sem escândalos de corrupção, e com ataques aos adversários, tudo financiado pelo governo. A Coréia do Norte não faria melhor”, publicou no X.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) fez uma comparação velada entre o desfile e a reunião com embaixadores que levou ao julgamento de inegibilidade de Bolsonaro no TSE.
“Se esse desfile fosse em 2022, Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e o inegibilidade vitalícia”, disse em sua conta no X.
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