Com Messias, Lula continua vingança contra a Lava Jato

Que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sempre se colocou acima de quaisquer instituições democráticas ninguém discorda ou duvida.

Em entrevista – já como presidente da República pela terceira vez admitiu:
De vez em quando ia um procurador para me visitar (em Curitiba), ver se estava tudo bem. ’ e [eu respondia] ‘não tá tudo bem, só vai estar bem quando eu foder esse Moro. Eu tô aqui para me vingar dessa gente’.”

A história reescrita no grito

A despeito da fartura de testemunhas, planilhas, depósitos, confissões, dinheiro devolvido  que desnudaram um dos maiores esquemas de assalto já vistos na história do mundo – o petrolão -, a Operação Lava Jato foi literalmente enterrada após manobras jurídicas que anularam provas, delações, sentenças e resgataram da cadeia o próprio presidente Lula.

Ato contínuo, uma verdadeira caçada – travestida de “cassada” – teve início, sobretudo contra o ex-juiz federal e hoje senador Sergio Moro em um dos episódios mais bizarros – senão o mais bizarro – de toda a nossa longa tradição bananeira.

A nova afronta contra a Lava Jato

Livre, leve, solto e presidente, tendo aos seus pés – e à sua caneta – um STF não mais acovardado, mas “domesticado, Lula acaba de indicar ao Supremo o “garoto de recados da Dilma”, segundo definiu um senador da República, o atual advogado-geral da União, Jorge Messias, para se juntar à sua “tropa de choque” pessoal na Suprema Corte.

Para quem não se lembra, Messias era o Bessias, encarregado por Dilma Rousseff de levar – como uma espécie de entregador de iFood da época – o termo de posse de Lula como seu ministro para, se e quando tivesse a prisão preventiva decretada por Sergio Moro, estar protegido pelo chamado “foro por prerrogativa de função”.

fonte: O Antagonista

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