Delegada do PL diz que cidadão do bem é tratado como “Mané”

No fim de novembro, Raquel Gallinati assumiu o mandato de deputada estadual pelo Partido Liberal (PL) .

A delegada afirmou que é a chance de lutar, dentro da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, pela valorização das forças policiais.

Em entrevista a Oeste, comentou a atuação na Polícia Civil e os projetos que já protocolou como deputada.

 De acordo com Raquel, parte da sociedade brasileira e da mídia vê a polícia como truculenta e sanguinária.

“Essa mentalidade favorece o crime”, disse. “É preciso legitimar o uso da força quando necessário. O fato de tratar o policial de forma preconceituosa enfraquece a proteção da sociedade.”

Há uma idolatria em relação a atos criminosos?

A idolatria é para o malandro. “Malandro é malandro, mané é mané”.

Aquele que cumpre a lei é tratado como mané. O criminoso é o malandro.

Hoje, por meio das redes sociais, valorizam de forma ostensiva o dinheiro ilícito e a riqueza duvidosa.

O cidadão de bem é tratado como mané até pelo Estado.

Paga imposto, cumpre os deveres, mas é tratado como trouxa.

Porque a liberdade plena não existe. O exemplo é a dificuldade para ter acesso às armas.

Isso não é terceirizar a segurança pública, mas proporcionar a liberdade de escolha de ter uma arma ou não.

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