Eleições e Copa do Mundo ampliam alerta para riscos no uso da Inteligência Artificial

Com a proximidade das Eleições 2026 e a Copa do Mundo, cresce a preocupação com o uso da Inteligência Artificial em contextos sensíveis, especialmente no que diz respeito à desinformação, deepfakes, manipulação de narrativas e influência sobre a opinião pública.

A Inteligência Artificial tem ampliado a escala e a sofisticação de conteúdos falsos, tornando mais complexa a identificação de fraudes informacionais tanto no ambiente político quanto no esportivo.

Segundo dados da empresa de segurança cibernética DeepStrike, estima-se que o volume de deep fakes online aumentou de aproximadamente 500.000, em 2023, para cerca de 8 milhões, em 2025, o que representa um crescimento anual próximo de 900%.

Em 2026, segundo especialistas, a situação deve piorar, com os deep fakes se tornando ainda mais realistas e interativos em tempo real,

 Victoria Luz, especialista em Inteligência Artificial aplicada aos negócios, fundadora da Mind AI e autora do livro “Além do Hype: Implementando IA com Propósito e Impacto” tem acompanhado de perto as discussões sobre regulação da IA no Brasil e no exterior e destaca:- Os principais riscos do uso da IA em eleições e megaeventos esportivos
– O impacto de deepfakes e conteúdos sintéticos no processo democrático
– Os desafios para plataformas, imprensa e autoridades na mitigação da desinformação
– O que o Brasil pode aprender com experiências internacionais

fonte: Alexandra Santos, EVCOM

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