Flávio Bolsonaro afirmou ter ficado “impactado” com o estado de Jair Bolsonaro, ao acompanhá-lo em uma sessão de fisioterapia no hospital em Brasília.
O ex-presidente não teria conseguido realizar o exame por causa dos efeitos colaterais de medicamentos administrados para conter crises de soluço. “Ele não conseguia se equilibrar”, disse.
“Vamos fazer um jejum de meia-noite às seis da manhã e pedir a Deus pela recuperação dele e para que possa ir para casa”, convocou o senador Flávio Bolsonaro, após visitar o pai no hospital e descrevê-lo com a voz fraca e dificuldade para manter o equilíbrio.
Internação e diagnóstico
Bolsonaro deu entrada no Hospital DF Star, em Brasília, às 8h50 desta sexta-feira, socorrido pelo SAMU após apresentar febre, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.
O boletim médico divulgado pela unidade hospitalar na mesma data informou que exames identificaram broncopneumonia bacteriana bilateral “de provável origem aspirativa” — condição em que conteúdo gástrico, saliva ou alimentos atingem os pulmões, provocando inflamação que pode evoluir para pneumonia.
O ex-presidente está internado na UTI e recebe antibioticoterapia venosa, além de suporte clínico não invasivo.
O médico Cláudio Birolini, que acompanha Bolsonaro, viajou de São Paulo a Brasília para avaliar o quadro e acompanhar os exames solicitados pela equipe do hospital. Birolini confirmou ao Poder360 que o paciente “teve febre e queda de oxigênio no sangue” e acrescentou: “Vamos investigar”.



