Empresas familiares respondem por cerca de 90% dos negócios no país, movimentam aproximadamente R$ 7 trilhões por ano e concentram mais de 75% dos empregos formais.
Ainda assim, apenas cerca de 30% chegam à segunda geração e menos de 10% sobrevivem à terceira.
Esse descompasso acelerou, nos últimos anos, a busca por modelos mais robustos de preparação de sucessores, com foco em governança, vivência prática e formação estratégica fora do ambiente puramente acadêmico.
É nesse contexto que a Havan recebeu 60 integrantes do Conselho, um projeto que reúne jovens sucessores de grandes empresas e empresários jovens de todos os estados do país, responsáveis por negócios que, juntos, movimentam cerca de R$ 80 bilhões por ano.
A visita técnica, inédita, levou o grupo para dentro da operação real da companhia, conectando sucessão, governança e aprendizado prático em escala industrial e logística.
Programas imersivos, conselhos de formação e experiências diretas dentro de grandes operações ganharam força como resposta a um ambiente de margens mais pressionadas, competição intensa e ciclos de decisão cada vez mais curtos.
Nesse cenário, a aprendizagem baseada em observação direta, troca qualificada e exposição a estruturas complexas passou a ser vista como instrumento estratégico de redução de risco e aceleração de maturidade executiva.
“O mercado entrou em uma fase em que aprender fora da operação já não é suficiente. Sucessores e empresários precisam vivenciar a empresa em funcionamento, entender cultura, processos, pessoas e tomada de decisão em escala real. É esse contato que forma líderes mais preparados para sustentar crescimento no longo prazo”, afirma Theo Braga, CEO da SME The New Economy.
A iniciativa marca um avanço na consolidação de um novo modelo de desenvolvimento empresarial no país, menos baseado em teoria e mais em vivência prática, repertório estratégico e leitura crítica de operações que funcionam.
Ao reunir jovens líderes e sucessores em ambientes reais de decisão, logística e gestão, o projeto reforça a tendência de formação contínua a partir da observação direta de processos, erros e acertos em tempo real.
“O empresário de hoje não pode se formar apenas em sala de aula ou por tentativa e erro. Ver de perto como grandes operações pensam, executam e corrigem rota encurta a curva de aprendizado e eleva o padrão das decisões. Esse tipo de experiência tem impacto direto na forma de liderar, investir e construir negócios mais sustentáveis”, afirma Theo.
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