
Durante a Cúpula de Líderes da COP30, já chamada de FLOP 30 devido a ausência dos principais líderes mundiais em Belém (PA), a primeira-dama Janja Lula da Silva chamou atenção por ocupar um lugar de destaque ao lado do presidente Lula em posição superior à de ministros e líderes dos demais Poderes.
O gesto, considerado fora do protocolo tradicional, gerou mal-estar entre autoridades que acompanharam o evento.
Integrantes da comitiva afirmaram reservadamente que a posição de Janja na primeira fila, ao lado de chefes de Estado e líderes internacionais, contrariou práticas diplomáticas usuais.
Primeira-dama manteve “melancia na cabeça” durante toda a cúpula
Mesmo em sessões temáticas diretamente ligadas a ministérios, Janja manteve o assento principal.
No Fórum do Fundo de Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, foi deslocada para a segunda fila.
O mesmo ocorreu na reunião sobre transição energética, que contou com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também em posição secundária.
A atitude foi interpretada por parte dos presentes como uma demonstração de excesso de protagonismo da primeira-dama, que não ocupa cargo formal no governo, mas tem sido cada vez mais ativa em agendas internacionais e institucionais.
Críticas e desconforto político
Nos bastidores, parlamentares e diplomatas avaliaram que a presença constante de Janja ao lado do presidente ofuscou figuras-chave do governo e extrapolou o papel tradicional reservado à primeira-dama.
Fontes ligadas à organização da cúpula afirmaram que a colocação de Janja na primeira fila foi solicitada diretamente pela equipe presidencial, o que teria causado incômodo entre autoridades brasileiras e estrangeiras acostumadas a protocolos mais rígidos.
Expansão da influência de Janja preocupa aliados
O destaque crescente da primeira-dama em agendas oficiais e a influência sobre decisões de visibilidade pública têm causado desconforto até entre aliados do governo.
Parlamentares governistas ouvidos reservadamente afirmam que o protagonismo de Janja “cria ruído político desnecessário” e desvia o foco das pautas centrais da COP30.
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