O infortúnio do ex-juiz Sérgio Moro do time da Lava Jato, que nos últimos anos levou à total desmoralização da operação que pretendeu salvar o Brasil da corrupção resultou num providencial benefício aos investigados:
Corruptos confessos passaram a se considerar pobres vítimas do lavajatismo; e seus atos.
Entretanto, sem estardalhaço, a juíza Rejane Zenir JungBluth Suxberger, da 1.ª Zona Eleitoral de Brasília, deu um passo importante para corrigir esse desvio maléfico, ao colocar no banco dos réus o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque e outros 36 investigados da antiga Lava Jato.
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Antes conduzido pela 13.ª Vara Federal de Curitiba, que abrigava a Lava Jato, o STF depois de cinco anos da operação Lava Jato (pasmem) “descobriu” que Curitiba não era o fórum adequado.
O caso foi remetido para a Justiça Eleitoral de Brasília.
Decisão da juíza
“Estão presentes os pressupostos processuais e as condições da ação para o recebimento da denúncia”, afirmou a juíza Suxberger em seu despacho.
Os citados eram acusados de crimes de corrupção, gestão fraudulenta de instituição financeira, lavagem de ativos e organização criminosa
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fonte: (Estadão Conteúdo)



