Justiça enterra narrativa da esquerda de “Bolsonaro Genocida”

O MPF (Ministério Público Federal) arquivou o pedido de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes da família Bolsonaro por SUPOSTO genocídio durante a pandemia de covid-19.

Agora é tarde, pois a narrativa da esquerda, inclusive na CPI da Covid, também conhecida como a CPI do Circo,  influenciou diretamente no resultado das eleições de 2022, vencidas, agora sabemos como, pelo descondenado Lula.

Em despacho,  a Procuradoria da República em Minas Gerais afirmou que a notícia de fato se baseou em informações genéricas e inespecíficas.

A notícia de fato é um relato ao Ministério Público sobre eventuais crimes ou irregularidades.

A suspeita foi apresentada ao MPF na sala de atendimento ao cidadão, alegando possíveis “crimes de lesa-pátria”, como “genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da ABIN, ‘rachadinhas’, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática”.

Para a procuradora da República Luciana Furtado de Moraes, os fatos levantados são temas amplamente discutidos no debate público e alguns foram analisados perante o STF , TSE,  o Tribunal de Contas da União e o próprio MPF.

A procuradora procuradora entendeu que os links e conteúdos citados no pedido são material de natureza jornalística ou opinativa, que não possuem valor probatório, sem especificação de fato concreto a ser apurado.

O arquivamento destaca que a manifestação possuiu caráter opinativo, com críticas políticas, avaliações morais e juízes sobre a condução do governo Bolsonaro.

Para a procuradora, o pedido não apresenta indícios suficientes que autorizem prosseguir com a investigação criminal.

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