O terceiro governo de Lula iniciou 2026 sob novas críticas relacionadas à política fiscal.
O Palácio do Planalto passou a retirar parte significativa da renda de trabalhadores informais já no primeiro dia do ano.
Após um período marcado por aumento de gastos públicos e criação de dezenas de tributos considerados excessivos por opositores, o governo federal teria direcionado o foco aos trabalhadores autônomos, muitos deles sem plena consciência das novas exigências.
Entre os afetados estão profissionais como cabeleireira, pedreiro, personal trainer, pintor, professor particular, eletricista e faxineira, que, segundo o texto, passam a ser obrigados a recolher até um quarto do que faturam em tributos.
No CPF, 25% no ralo
A crítica central aponta que esses trabalhadores estão obrigados a emitir nota fiscal eletrônica vinculada ao próprio CPF, o que implicaria uma carga tributária de 25% sobre os valores recebidos.
Para os críticos, trata-se de um peso desproporcional sobre quem atua fora do mercado formal tradicional.
Esconde, esconde
O texto também sustenta que o governo aposta na desinformação ao não divulgar amplamente que, caso a nota fiscal seja emitida por meio de um CNPJ, a incidência de impostos cai drasticamente, quase desaparecendo em comparação ao recolhimento via CPF.
Estado ladrão
Ao comentar o impacto das medidas, o texto faz referência a uma frase do presidente argentino Javier Milei, usada como crítica ao aumento da carga tributária: “imposto é roubo”.
Para os autores da análise, considerando os valores cobrados e os agentes envolvidos, a declaração “faz sentido”.
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