O senador Sergio Moro usou a sessão da CPI do Crime Organizado desta quarta-feira para contestar principalmente o Plano Nacional para o Enfrentamento do Estado de nas Prisões Brasileiras, o Pena Justa.
A iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o governo federal, atende a uma determinação do STF.
A Corte entende que o sistema carcerário vive um “estado de coisas inconstitucional”.
Moro: “celas abertas”
Segundo Moro, o plano “soa muito como plano de celas abertas”, por priorizar medidas de redução da superlotação.
O senador afirmou que o país tem “prisão de menos e não prisão demais”.
Acrescentou dessa forma que a opinião pública rejeita a ideia de resolver o problema “abrindo as portas das cadeias”.
Também argumentou que o Congresso tem trabalhado para endurecer punições, ao contrário do que defende o CNJ.
Moro criticou o Ministério da Justiça por apoiar a “progressão automática de regime sem avaliação de mérito”.
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